Ovinocultura e o churrasquinho do fim de semana.

Uma raça robusta, com animais pesados, bom rendimento de carcaça, da qual saem cortes nobres. Além dessas características de abate, as fêmeas da raça Ile de France, entram em cio durante todo o ano, podem ter 3 partos em 2 anos, com elevadas taxas de natalidade, permitindo o planejamento da produção e fornecimento de borregos para o mercado, Esses foram os pontos marcantes na conversa com o produtor Ângelo Gabardo, pioneiro na introdução da raça na região, apresentados aqui no Prosa Rural nas última semanas.

Apaixonado pela ovinocultura, o produtor dá ênfase na profissionalização da produção. De um lado, a ovinocultura “amadora”, aquela para o churrasquinho de final de semana, pode se tornar a principal fonte de geração de renda da propriedade, ao invés do papel secundário a atividades como pecuária, agricultura, piscicultura, entre outras, que vem tendo até agora. Alerta que se houver profissionalização da produção existe mercado que necessita de frequência, quantidade e qualidade de animais para abate.

Para saber mais sobre a produção e o manejo da raça Ile de France, Gabardo se coloca à disposição dos produtores na Agroveterinária Menegás.

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